Politicas Educacionais como campo de Saber
O conceito de politica vem do sentido objetivo da “Ciência do governo dos povos”, das direções de um estado, das determinações das formas de sua organização e do conjunto dos negócios do estado, definidos pelos autores clássicos, como Montesquieu, Aristóteles entre outros. A política educacional é um ramo intermediário entre a pedagogia e a ciência política, ela especializa-se na análise dos projetos governamentais no campo educativo, propõe a dar sentido ao conjunto de normas reguladoras entre o estado e a sociedade no campo educacional.
Segundo Mafessoli “O político pertence a categoria das coisas que perduram em todas as épocas sendo, ao mesmo tempo, sempre diferentes”. Se o político perdura em todas as épocas, desde as mais longínquas, não podemos abordar a política como um todo, generalizando o ser político e os meios utilizados por eles ao longo do tempo. É preciso analisar o momento histórico, as lutas pelo o poder e as reivindicações do povo. Pois cada época é usada novas metodologias que devem ser analisadas e refletidas de forma filosófica e social.
Quando uma lei ou medida é regulamentada após passar por um período de análise, foi necessário muito diálogo, exposições de ideias e interesses de várias partes. No entanto é necessário uma analise profunda para elencar o que é realmente preciso para a sociedade, pois ocorre um imenso jogo de poder e interesses do governo, da sociedade e de órgãos privados, sendo o povo o mais atingido e o menos consultado. Encontrados os pontos frágeis é hora de expor as criticas para que ocorra uma nova reformulação de ideias até a maioria aceitar as condições impostas.
As ações de políticas educacionais visam a regulamentação de medidas para a educação brasileira, como lei ou liberação de verba para a sua melhoria do ensino e a sua ampliação. Como o Brasil é extenso, há uma enorme variedade de cultura, costumes, tradições e problemas espalhados