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Tempo é o período de medeia entre o inicio e o fim de uma acção e também é considerado a quarta dimensão do espaço-tempo. O tempo é a única invariável fixa (para o nosso referencial terra) das existências e uma das mais importantes invariáveis da economia e da justiça, porque sem tempo útil perde-se o bem em causa. O tempo é por assim dizer a plataforma onde as coisas se desenrolam.
Tempo, por outro lado, é função direita da intensidade do fluxo luminoso. Assim, quanto mais nos aproximamos de uma fonte luminosa (Sol) menor é o intervalo unitário ( s ) de tempo se comparado com o nosso referencial ( s ) da Terra e o contrário também é verdadeiro. Quanto mais nos afastamos da fonte luminosa maior é o intervalo de tempo ( s ) se compararmos com o nosso referencial de tempo ( s ) da Terra.
A noção em senso comum de tempo é inerente ao ser humano, visto que todos somos, em princípio, capazes de reconhecer e ordenar a ocorrência dos eventos percebidos pelos nossos sentidos. Contudo a ciência evidenciou várias vezes que nossos sentidos e percepções são mestres em nos enganar. A percepção de tempo inferida a partir de nossos sentidos é estabelecida via processos psicossomáticos, onde variadas variáveis, muitas com origem puramente psicológica, tomam parte, e assim como certamente todas as pessoas presenciaram em algum momento uma ilusão de óptica, da mesma forma de que em algum momento houve a sensação de que, em certos dias, determinados eventos transcorreram de forma muito rápida, e de que em outros os mesmos eventos transcorreram de forma bem lenta, mesmo que o relógio - aparelho especificamente construído para medida de tempo - diga o contrário.
Embora os pesquisadores não tenham encontrado evidências de um único "órgão do tempo" no cérebro, e de que ainda há muito por se descobrir em relação aos processos cerebrais responsáveis pela nossa percepção de passagem do tempo , é certo que o conceito baseado em senso comum é muito pouco preciso para mostrar-se