Os históricos
O cidadão era o hoplita em assembléia no forum/ágora/praça e o hoplita era o cidadão em campo de batalha. Simples assim: quem não podia empunhar arma (por falta de terra, nascimento, sexo certo, idade) nem era contato como gente.
Roma quando enfrentou Hanibal viu que a cidadania era mais embaixo e aos poucos ampliou seu conceito de quem era ou não cidadão.Mas note que o membro do exército ainda era um miliciano.
No Século IaC, os perigos interno e o externo fizeram as elites permitirem acesso ao exercito de quem nem era contado como cidadão. Ser soldado se tornou uma profissão. Mas os provincianos ainda eram coisas a serem exploradas pelo cidadãos romanos (coisa que abrangia agora toda Itália)
Finalmente cada habitante do império se tornou cidadão, mas isto era um poder esvaziado visto que quem era dono das armas era uma casta profissional.
A oligarquia cafeeira brasileira bem que tentou fazer isto, mas na hora de uma guerra do Paraguai… viram que a cidadania é mais embaixo.
Klaus do Iate 12 de novembro de 2014 at 8:22 - Reply
Interessante como a cidadania vai sendo concedida a um número crescente de pessoas, MAS com a formação de exércitos profissionais, cujos interesses podem diferir da massa de cidadàos, ter cidadania passa a não garantir muita coisa ao dono do título, O livro Paideia de Wernwer Jaeger é bem legal, mas é volumoso.
1)Um exército de milicianos-cidadãos a principio tem muita motivaçao publica e “pouca eficacia militar”. Mais as mais espetaculares vitórias romanas foram feitas por milicianos, pois conseguiam numero, disciplina e treinamento mais altos que dos execitos milicianos típicos. 2)Um exercito de militares profissionais a principio tem alta eficacia e baixa motivaçao publica. Um exercito de profissionais pode ser compostos de naturais ou de mercenarios estrangeiros. Os profissionais nacionais tendem a ter mais motivaçao publica, mas como diz Juvenal, podem se tornar perigo para