Modelos de Porter e Planos de Ação
Título: Cirque Du Soleil: uma análise das cinco forças competitivas de Michael Porter Introdução
Com a crescente rivalidade e o surgimento de novos cenários no mundo globalizado, as empresas precisam estabelecer estratégias sólidas, criativas e inovadoras perante a concorrência.
Foi o que fez Guy Laliberté, fundador do Cirque du Soleil.
Enquanto outras companhias circenses acumulavam prejuízos e deixavam de ser a preferência de adultos e crianças, o Cirque Du Soleil se reinventou, fidelizou clientes e atingiu as marcas de sete milhões de espectadores por ano e um faturamento que em 2004, chegou a US$ 500 milhões (ALONSO).
Assim, desde que começou a atuar, desde os anos 80, a companhia se baseou em práticas empresariais bem-sucedidas, capaz de se tornar modernamente artística e comercialmente viável.
O modelo de negócio adotado pelo Cirque du Soleil, uma das marcas mais valorizadas no mundo do entretenimento, será analisado pela teoria das cinco forças de Michael Porter, pelas estratégias competitivas e pela cadeia de valor.
Cinco forças competitivas
O modelo das cinco forças competitivas originou-se do trabalho de Michael Porter e foi projetado para analisar a postura básica da concorrência em qualquer setor.
Determinam em grande parte o nível de concorrência em um setor, e no final, o seu potencial de lucro. Essas forças analisam:
- o poder de barganha dos clientes;
- o poder de barganha dos fornecedores;
- as ameaças de novos entrantes;
- a ameaça de produtos ou serviços substitutos e;
- a rivalidade entre concorrentes já existentes.
Poder de barganha dos clientes
Harrison (2005, p. 61), diz que a fim de reduzir os custos, os compradores tentam negociar a obtenção de melhor qualidade, melhores níveis de serviço e preços reduzidos. Esses resultados são alcançados incentivando-se a realização de batalhas competitivas entre as empresas do setor.
Desta forma, observa-se que