MAMOGRAFIA
Curso: Tecnólogo em radiologia 4º Semestre
Comparação da dose absorvida na entrada da pele entre exames de mamografia digital e mamografia convencional.
A partir do que estamos estudando em mamografia, sabemos que os equipamentos e acessórios do mamógrafo são bastante complexos e existe diferença desse exame para os outros que utilizam radiação ionizante, pelo detalhamento de tecidos da mama com densidades similares e patologias de microdimensões. Devido a esses detalhamentos a mamografia foi o último ramo da radiologia a ser digitalizado.
Após a mamografia digital foi possível verificar redução da dose absorvida na entrada da pele do paciente, em comparação ao método convencional (sistema tela-filme).
Para realizar este estudo foram comparadas as doses absorvidas na pele do paciente em três equipamentos diferentes, Fabricante GE, utilizando o controle automático de exposição (CAE).
Primeiro modelo Senographe 2000D (digital)
Segundo um Senographe DMR (convencional)
Terceiro um Senographe 700T (convencional).
As medidas das doses foram obtidas com o auxílio de uma câmara de ionização do fabricante Radcal Corporation modelo 10x5-6M. Para simular a mama foi usado um simulador de PMMA (“vidro de acrílico”) com espessuras variadas de 20 a 70mm com intervalos de 10mm.
Neste estudo podemos observar que para mamas de 70mm chega ser de 264% maior a radiação absorvida pelo paciente, por um equipamento convencional Senographe 700T, em relação ao digital. Para espessuras menores apesar da diferença ser menor, ainda pode chegar a 23% maior a dose de radiação absorvida pelo paciente no equipamento convencional tendo a combinação de ânodo-filtro igual nos dois métodos (MO/MO)
Portanto a diferença de aumento da dose de radiação entre equipamentos convencionais e digitais acontece devido aos parâmetros aplicados ao controle automático de exposição. Onde a mamografia digital utiliza