John Watson
No ano de 1878 em uma fazenda na Carolina do Sul, nasceu John B. Watson. Filho de uma mãe religiosa e de um pai alcoólatra vivia a beira da pobreza mal subsistindo com produtos da fazenda em que morava. Durante sua infância e juventude, foi descrito como um delinquente, envolvendo-se em brigas e até sendo preso. Aos dezesseis anos se matriculou na Universidade Furman e graduou-se decidido a ser pastor. No ano de 1900, desistiu da carreira clerical e seguiu para a Universidade de Chicago onde conheceu a obra de um psicólogo e educador americano e se interessou pela psicologia estudando mais tarde neurobiologia, biologia e fisiologia. Para se manter trabalhou em várias ocupações. Em 1903, Watson se doutorou. No mesmo ano casou-se com Mary Ickes, uma de suas alunas. Permaneceu como instrutor na Universidade de Chicago até 1908. Nesse mesmo período recebeu a oferta de um cargo de professor na Johns Hopkins, em Baltimore, onde dirigiu o laboratório e ali passou doze anos, sendo nessa etapa sua maior produtividade para a psicologia. Em 1913 fez palestras na Universidade da Colúmbia, que ficaram conhecidas como “Manifesto Behaviorista” onde afirmava seu pensamento de que a psicologia deixa de lado a consciência e volta-se para o comportamento (behaviorismo) onde estudaria processos como a sensação e a memória. É através destas palestras que consegue a presidência da APA em 1915.
Watson trabalhou com bebês na Johns Hopkins, o que lhe permitiu identificar através de experimentos três tipos de reações emocionais: medo, raiva e amor. E é assim que ocorreu seu experimento com o bebê “Albert”(considerado um clássico da psicologia) e teve sua publicação no “Journal of Experimental Psychology” em 1920. Nesse período Watson saiu