Impacto da população de rua para o Turismo no Rio de Janeiro
O presente trabalho tem como objeto de estudo a imagem da população de rua da cidade do Rio de Janeiro na visão dos turistas. O principal objetivo do trabalho é analisar e identificar quais são os principais fatores responsáveis pelo aumento do número de moradores de rua, em particular no centro da cidade do Rio de Janeiro, se representam para os turistas alguns tipo de receio, se influenciam a vinda destes a cidade e se órgãos responsáveis agem de forma para que diminua esse contraste na “Cidade Maravilhosa”.
Consoante à dinâmica de desenvolvimento e de evolução a qual contextualiza o processo de segregação social caracterizado pela existência de grupos humanos instalados em ruas vê-se o detrimento de políticas sociais falhas deflagrando assim a pobreza e precárias condições de sobrevivência. De fato, torna-se evidente que o fato de não ter onde morar faz com que essas pessoas que vivem nas ruas sejam estigmatizadas como “mendigos”, nomenclatura que propõe significado de exclusão social e até mesmo de periculosidade; visto que devido à precariedade no estilo de vida torna vulneráveis à marginalidade muitos dos quais habitam ruas, pontes etc.
É pertinente salientar que a formalização do trabalho e as constantes evoluções tecnológicas confluem ainda mais para um ambiente em que pessoas possuam algum valor mediante sua colocação na escala que observa e delimita níveis que variam desde o status intelectual até o status socioeconômico. Assim, fica notável a compreensão de que mendigos por não ter onde morar, não ter o que vestir nem o que comer; encontram-se classificados pela sociedade como uma classe a parte, vistos assim de maneira negativa. Porém, a paisagem urbana concretiza em sua conjuntura um meio em que os mendigos fazem parte gerando preconceito e de certa forma o sentimento de receio, uma vez que se encontram marginalizados e propositalmente banalizados.
Considerando o potencial turístico imbuídos nos atrativos cariocas, torna-se passível o