Ginastica artistica-argolas
Esta prova está presente na disputa por equipes, concurso geral e final individual por aparelhos.
História
No início dos moldes da modalidade, Jahn e Muths incluíram os aparelhos masculinos quase como se conhece hoje, com exceção das argolas[1]. Embora a existência do aparelho date de dois mil anos, só em 1842, Adolf Spiess, introduziu o que chamou de ringeschwebel, constituído de material metálico[2].
Ao longo dos anos, o material evoluiu, sendo posteriormente, coberto com couro, borracha e finalmente, composto de madeira laminada recoberta por material aderente[3][2]. Uma das maiores inovações veio através da contribuição do soviético Albert Azaryan, que, na década de 1950, executava a melhor rotina do aparelho, vencendo duas Olimpíadas e criador de um dos movimentos mais executados ainda hoje: a Cruz. Sua estática na execução era considerada perfeita[2].
As argolas estão presentes nos Jogos Olímpicos desde a primeira edição, em Atenas, 1896, tendo como primeiro campeão o grego Ioannis Mitropoulos[1].
Movimentos
Selo russo comemorativo à prova
A gama de movimentos estáticos nas argolas é tão variada quanto nos demais aparelhos masculinos e femininos. Para as saídas, usam-se os saltos costumeiramente vistos em provas de salto, como o Tsukahara, duplos mortais e o Ray. Durante suas apresentações, os ginastas utilizam de movimentos acrobáticos e estáticos – validados pelo Código de Pontos de A à Super-E (F) -, entre eles[6]: * Chechi – Saído de uma posição estática horizontal, o ginasta estica-se para- baixo, toma impulso e torna à uma posição estática, apoiando o corpo sobre os braços formando um ângulo de 90 graus entre o tronco e as pernas. A partir desta posição, ele realiza um mortal. * Homna – Consiste em um mortal e