Exemplos gêneros predominantes
Alguma coisa divertida ou curiosa que realmente aconteceu. A pessoa conta uma história curta que é a anedota. De final geralmente surpreendente e engraçado, tem o objetivo de causar risos ou gargalhadas (ou sensação de) no leitor ou ouvinte. É um tipo específico de humor que, apesar de diversos estilos, possui características que a diferenciam de outras formas de comédia.
A maior parte das anedotas contêm dois componentes: uma introdução genérica (por exemplo, "Um homem entra num bar…") e um final surpreendente, que entra em choque com o desenvolvimento. O nível de supresa do final se modifica de acordo com o quanto de ironia se pretende alcançar.
“Ele só conta anedotas”
Diário
Livro de anotações contendo a narrativa diária de experiências pessoais.
O diário apresenta-se como uma obra escrita que regista as peripécias quotidianas e atuais na perspetiva do seu autor, que franqueia uma provável privacidade e mantém a sua identidade. Mas o pacto autobiográfico (implícito ou explícito) de identidade de nome entre autor, narrador e personagem implica um pacto de insinuação do grau de intimidade que pode ou quer revelar aos potenciais destinatários.
Até ao século XIX, a escrita diarística apresenta-se utilitária, quer para ajudar a prolongar a memória, quer para preservar a personalidade ou ajudar a aliviar o sofrimento. São disso exemplo, os diários da adolescência que ajudam a desabafar os problemas íntimos ou servem de cofre íntimo, face à incomunicabilidade com os outros. As pessoas escrevem por necessidade de escrever qualquer coisa, embora sem pensarem fazer literatura.
Romance
O Romance é o gênero mais conhecido da literatura. É tipicamente um gênero do modo narrativo, assim como a novela e o conto.
A diferença entre romance e novela não é clara, mas costuma-se definir que no romance há um paralelo de várias ações, enquanto na novela há uma concatenação de ações individualizadas.
Foi preciso esperar pela época do Romantismo (século XVIII)