etnocentrismo
Everardo Rocha
Daiane Cristina Funari
No texto que estudamos esse semestre intitulado O que é etnocentrismo, nos mostra a forma de visão como um grupo de uma cultura se faz como única possível se for o caso a melhor e a superior em relação a outra. Como no caso citado em que um grupo que come igual, veste igual, gosta de coisas parecidas, conhece problemas do mesmo tipo se depara com outro do ‘diferente’ que sobrevive a sua maneira e também existe. E daí dentro de um etnocentrismo há uma constatação das diferenças que gerará uma ameaça a sua própria identidade como citado no texto “Como aquele mundo de doidos pode funcionar”? Como no exemplo dado no texto, ele conta uma estória sobre o pastor que foi conhecer e conviver com os índios e comprou diversas coisas para levar para os integrantes da tribo. Para ele, comprou um relógio dos mais modernos e cheio de funções. Chegando à tribo ele distribuiu seus presentes, e durante alguns meses em que ele já estava lá convivendo, um índio se interessou pelo seu relógio. Após muita insistência o pastor acabou cedendo e dando o relógio para o índio.Em um determinado momento o índio chamou o pastor e mostrou o relógio dele pendurado em um galho cheio de ornamentos, servindo de enfeite. O pastor certo tempo depois, em seu escritório, olhou para parede de seu escritório que estava cheio de arcos, cocares etc. Nesse momento ele se lembra do índio e da um grande sorriso pelo que o índio tinha feito com o seu relógio, “que índio bobo” pensou. Vários meios buscaram entender a diferença como um dos primeiros pensamentos na Antropologia, que tenta relativizar, tenta construir uma nova lógica de entendimento. A diferença vem sido trabalhada na antropologia não como uma ameaça mais uma alternativa, na qual os seres humanos deram soluções a limites existenciais comuns, em uma busca do sentido positivo da diferença. No segundo capitulo (Primeiros Movimentos), ele fala que