Etapa 1 politicas especiais
O Brasil é um país fortemente mestiço, além da complexidade usual, tem aspectos cruciais a serem abordados.
A escravidão deixou profundas marcas na sociedade, sendo o principal delas o nascimento do racismo.
Com isso tem se levantado um grande número de pessoas para amenizar o preconceito racial. São pessoas que lutam pela superação do racismo e pela realização de uma educação que marca história no Brasil.
A lei que regulamenta o enfrentamento ao racismo traz a inclusão das escolas de educação básica de todo país, do Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. “A crença daqueles que por ela lutaram e ainda lutam pela sua implementação, é a de que a escola é capaz de contribuir à construção de representações positivas em relação aos afro-brasileiros negros.
Como importante política pública de enfrentamento ao racismo, a lei que ora tematizamos, representou, principalmente, o marco das conquistas do movimento social negro brasileiro – vitória de uma luta árdua, gradual e progressivamente conquistada, marcada pela busca de reconhecimento da participação efetiva dos povos africanos no processo de desenvolvimento brasileiro. A escola, ao refletir a sociedade maior, também vivencia e reproduz estas mesmas relações sociais. Daí surge o movimento social negro brasileiro.
De modo geral, podemos dizer que a educação escolar é uma prática dinâmica de formação de cidadãos.
Entretanto, poderíamos postular que a educação escolar é um processo que exclui e discrimina.Quando mencionamos que a educação escolar exclui, estamos nos referindo às práticas pedagógicas curriculares excludentes, ou seja, da dissociação existente em muitas escolas, entre ensino e realidade social dos educandos pertencentes aos grupos oprimidos, as minorias sociais, como afrodescendentes, índios, portadores de deficiências físicas, entre outros.
Contudo, em meio a essa produção atual sobre o Negro e a Educação Escolar, são raras as que dão ênfase às práticas