Economia brasileira
PORTIFÓLIO
ECONOMIA BRASILEIRA
A ECONOMIA BRASILEIRA
O Brasil, ao longo do tempo e em diferentes governos, ao marginalizar a educação formal, o ensino profissional e a pesquisa, limitou a modernização, abastardou a competitividade e, em consequência, perdeu a visão do desenvolvimento econômico, autossustentável, como projeto hegemônico permanente. Perdeu o seu tempo, ao crescer marginalmente, nos últimos 20 anos. Aceitou, assim, a mediocridade do subdesenvolvimento imposto por sistema e hábitos políticos que dominam o Poder Executivo e toda a vida nacional, com visão personalista, cartorial, eleitoreira e de curto prazo. Nesse quadro, ainda presente, dificilmente se pode esperar, em curtos e médios prazos, o benefício de reformas político-institucionais macroeconômicas, capazes de aliviar o peso absurdo do Estado brasileiro sobre a sociedade, e abrir caminho para a modernização e a desburocratização do país, condição para alcançar maior capacitação competitiva, que estimule o crescimento econômico e viabilize a desejada inserção internacional como instrumento da sustentação do crescimento e não fator para seu aviltamento.·. CRESCIMENTO O Brasil conseguiu crescer em média 6 % ao ano entre 1930 e 1980 e assim triplicou no período sua participação no PIB mundial. Já entre 1981 e 2009, a economia brasileira perdeu muito de seu dinamismo, expandindo-se apenas 2,7 % ao ano, em média.·. A consequência foi o país ver encolher de 3,9 % para apenas 2,7 % do PIB mundial nesses anos perdidos. Em 2009, a economia brasileira patinava por causa da recessão mundial, vindo a encolher 0,2%. Mesmo assim, voltava naquele ano a ser a 8ª economia mundial. ·. No primeiro semestre de 2010, houve uma reviravolta de forte crescimento, o que passou a indicar um crescimento superior a 7% no ano. O resultado do ano foi até melhor, com 7,5% de crescimento.
Com o desempenho limitado e conservador do