DETERMINAÇÃO DO POTENCIAL FOTOSSINTÉTICO DO TRIGO EM FUNÇÃO DO MANEJO
Disciplina: Fisiologia Vegetal
Acadêmicos: Ana Carolina Potrich, Felipe Jr. Moreira e Graziele Posser
Passo Fundo, outubro de 2014.
1. INTRODUÇÃO
No trigo (Triticum aestivum) a produtividade depende de questões nutricionais, ambientais e intrínsecos a cada genótipo. A cultura tem a necessidade de estar com a disponibilidade de fotoassimilados na antese, para que isto possa representar mais flores férteis e consequentemente maior numero de grãos.
A fotossíntese nas plantas usa a energia luminosa para a síntese de carboidratos e a liberação de oxigênio a partir de dióxido de carbono e água. A energia armazenada nos carboidratos é utilizada para realizar os processos celulares (Taiz & Zeiger, 2013).
A fotorrespiração inibe a fotossíntese em razão do aumento da concentração de O2, a baixa concentração de CO2 no cloroplasto na presença de luz (Floss, 2011). O nitrogênio (N) é o nutriente absorvido em maiores quantidades pelas plantas, atuando na fotossíntese, mais especificamente na molécula da clorofila e na formação de proteínas nos grãos.
2. OBJETIVO O objetivo do presente trabalho foi determinar o potencial fotossintético da cultivar de trigo Pioneiro variando a adubação nitrogenada e a população de plantas.
3. MATERIAL E MÉTODOS
O experimento foi realizando no campo experimental da Universidade de Passo Fundo em Outubro de 2014, foi utilizado parcelas de trigo da cultivar Pioneiro com diferentes manejos.
As determinações das trocas gasosas foram realizadas com um medidor portátil de fotossíntese, IRGA em diferentes níveis de radiação. As medidas foram feitas sempre na região do terço médio da folha bandeira completamente expandida, totalmente exposta à radiação solar. As seguintes características foram medidas: assimilação líquida de CO2 (µmol m-2 s-1); taxa de transpiração (mmol m-2 s-1); condutância estomática (mol m-2 s-).