CONT PUG
Art. 1º - Serão considerados criadores, para efeito do presente regulamento, todos aqueles que, possuidores de uma ou mais fêmeas de raça pura, devidamente registradas no Serviço de Registro Genealógico da Confederação Brasileira de Cinofilia, mantenham afixo regularmente concedido. Parágrafo Único - O criador iniciante ficará dispensado do registro de afixo.
Considera-se criador iniciante aquele que registrar até 02 (duas) ninhadas.
Art. 3º - Para fins de reprodução, os exemplares deverão ser obrigatoriamente de mesma raça e possuirem os Certificados de Registro de Origem emitidos pela CBKC ou por ela reconhecidos. Art. 4º - Não será permitido o acasalamento entre irmãos inteiros, salvo em casos especiais e com parecer do Diretor Técnico da entidade expedidora e autorização do
Conselho Cinotécnico da Confederação Brasileira de Cinofilia.
Art. 5º - Os acasalamentos de consanguinidade de família, excetuado o mencionado no
Artigo anterior, serão admitidos dispensada a aprovação.
Art. 6º - No caso de fêmea vinda do exterior já coberta, deverá ser apresentado, após a chegada ao país, o atestado de cobertura passado pelo proprietário do macho junto com a cópia do seu Certificado de Origem ("pedigree"). Art. 7º - A cobertura feita através de inseminação artificial obedecerá ao regulamento específico em vigor.
Art. 17 - Deve ser entendido que para efeitos de reprodução os animais importados es tão sujeitos as mesmas exigências dos nacionais.
Doenças genéticas e fisiológicas que ocorreram devido ao “melhoramento”
Eis aqui alguns problemas da raça pug. É de extrema importância identificá-los, conhecê-los profundamente e mais; reconhecer que em todos eles só há duas opções: ou eles foram ocasionados acidentalmente e portanto são casos isolados ou são defeitos genéticos.
As novas versões do Pug desenvolveram diversos problemas onde se destaca pressão arterial elevada, problemas cardíacos, baixa oxigenação,