Bibliotecas
Antonio Agenor Briquet de Lemos, no capítulo “Bibliotecas” com uma linguagem simplificada, possibilita a compreensão e ótimo entendimento do assunto tratado tanto para alunos da área de biblioteconomia, ou mesmo para leigos interessados no assunto. Delineia um panorama conceitual, histórico e estrutural das bibliotecas, desde a primeira biblioteca de Nipur há cerca de 5 mil anos atrás, com coleções em tábuas de argila e escrita cuneiforme, passando pela utilização de papiros, bibliotecas de mosteiros, invenção da imprensa até chegar as bibliotecas virtuais atuais. Observa que um dos papéis da biblioteca é a de instituição social, mas para isso, precisa de 3 requisitos básicos para torna-se. Primeiro, ter a intenção de se tornar política e social, meios permanentes que possibilitem a renovação dos acervos, e por último se impor como organização e utilizar da sistematização. De forma detalhada, o autor expõe a estrutura organizacional das bibliotecas, onde o leitor fica a par de processos como classificação, seleção, entre outros. E em questão de espaço as bibliotecas são divididas em uma parte que se divide ao público, e outra às pessoas que trabalham na biblioteca. A questão do acervo ser voltado diretamente para o usuário é uma questão bastante importante abordada pelo autor, pois se não se sabe em qual espaço cultural a biblioteca está inserida, não pode-se definir seu tipo de acervo e como a instituição deve funcionar. E assim, não se determina o tipo de biblioteca, se ela é universitária, escolar ou qualquer outra. Briquet de forma desastrada critica o descaso e mau atendimento de algumas instituições. Considero desastrada essa coloção pois o mesmo chega a citar algumas delas, taxando-as. Claro que esse tipo de conduta das instituições devem ser discutidas,