Associativismo e desenvolvimento regional
1.1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho é requisito para conclusão do Curso de Tecnologia de Gestão de Cooperativas da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, no qual procura estudar aspectos do associativismo e desenvolvimento regional analisando os desafios enfrentados pela associação de pescadores do município de Cabaceiras do Paraguaçu no recôncavo baiano.
Consta que no Brasil o associativismo foi explanado com a democratização da política e a introdução econômica nos anos de 1970, só que a partir dos anos 90 que ele foi se inserindo de forma mais ampla na sociedade. A partir de então, os modelos reivindicatórios da sociedade civil brasileira registram para o desenvolvimento do associativismo cooperativo, que crescentemente substituem as agências de representação políticos tradicionais partidos e sindicatos, por associações comunitárias, culturais, tradicionalistas, ambientalistas, entre outras com características por vezes locais e por outras globais.
Sendo assim, o associativismo contribui muito para a boa gestão dos pequenos produtores, no Brasil, mesmo tendo evoluído seu modelo, ou seja, mesmo estando crescendo quantitativamente, deixa muito a desejar em relação à questão de distribuição da renda, da terra, enfim das variáveis qualitativas.
Neste contexto, segundo os mesmos autores existem muitos empecilhos ainda, mas com bons exemplos de que essa missão não é impossível, o que tem feito cada vez mais grupos de produtores unirem-se em cooperativas na tentativa de fugir dos diversos riscos e entraves que sofreriam se estivessem atuando sozinhos no mercado. Como exemplo que ilustrará para uma melhor compreensão, a atividade floricultura na Bahia não está muito distante da realidade encontrada nos centros produtivos do resto do país, onde se caracteriza como um agronegócio de grande rentabilidade e consta na relação de prioridades em importantes órgãos de apoio e desenvolvimento do setor. Vem se destacando, a partir de 2001,