Assisted stretching
Aluno:
Tiago de Almeida Barrela Gabirro Fernandes
Nº9266
Licenciatura:
Motricidade Humana
Professor da Disciplina: Carlos Barrigas
Almada, 22 de Fevereiro de 2013
Definição de Flexibilidade
Alves (1998), citando Zatsiorky (1966), afirma que a flexibilidade pode ser definida como a faculdade de efectuar movimentos de grande amplitude. O mesmo autor cita Bouchard, ao definir a flexibilidade como “ a qualidade que permite a um segmento deslocar-se com a amplitude máxima”, o que pressupõe permitir a exploração máxima da articulação.
Importa referir que a flexibilidade não existe com uma característica geral, mas antes especifica de uma determina articulação e função.
Beneficios de um treino de flexibilidade:
1) Redução do risco de lesões
2) Aumento da eficiência biomecânica
3) Aumento da extensibilidade dos músculos
4) Aumento da coordenação entre grupos musculares
5) Diminui a rigidez muscular pós-exercício
6) Reabilitação
7) Relaxamento e aumento da consciência corporal
Considerações de flexibilidade
1) Elástico vs plástico – efeitos temporários/duradouros
2) Mecânica do reflexo miotático
3) Contra-indicações – populações especiais
4) Como saber que músculo a alongar?
Flexibilidade VS Alongamento (Assisted Stretching):
Flexibilidade e alongamento são 2 tipos de trabalho diferente:
Flexibilidade é a forma de trabalhar que visa obter um aumento de amplitude de um arco de movimento (ROM) superior ao original.
Alongamento é a forma de trabalho que visa manter os níveis de flexibilidade e realizar movimentos de ROM normal com o mínimo de restrição física possível.
Factores Neuromusculares
Para que o sistema nervoso controle adequadamente os movimentos dos músculos esqueléticos, deve receber uma retroalimentação sensorial contínua do músculo que está em contracção. Essa retroalimentação inclui informações referentes à tensão