Artes e artes
Frente a crescente concorrência que a grande maioria das empresas se encontram em seus respectivos mercados, faz-se necessário melhora constante de produtividade e qualidade. Para tanto existem ferramentas estatística que auxiliam as organizações na obtenção de êxito e a sobrevivência.
Neste trabalho serão abordados como temas centrais os seguintes assuntos: histogramas, diagrama de pareto, controle estatístico de processo e certificação de processo.
Controle Estatístico de Processo (CEP)
Segundo Hradesky (1989) o CEP é 10% estatística e 90% ação administrativa, sendo que esta ferramenta contém cinco ingredientes principais: técnicas estatística, técnicas de solução de problemas, liderança e atitudes para aperfeiçoamento da qualidade e produtividade, planejamento da qualidade e método sistemático, que age como catalisador. Ainda segundo este mesmo autor o Controle Estatístico de Processos (CEP) é um método que divide-se em doze etapas distintas que relacionadas formam o que é chamado de processo do aperfeiçoamento da produtividade e da qualidade (PAPQ). Para o PAPQ será necessário identificar o projeto e calcular uma justificativa indicando o potencial para aperfeiçoamento substancial que justifiquem a importância dele.
As doze etapas do CEP
Nos próximos capítulos serão abordadas resumidamente as doze etapas necessárias segundo método sistemático proposto por John L. Hradesky para implementação do CEP.
Medindo o desempenho
Em seguida deve-se estabelecer um sistema para medir, registrar e informar o desempenho em relação ao objetivo da maneira como ele é visto pelo cliente interno e externo.
São etapas para a medição do desempenho: determinar critério de medição, estabelecer sistema de medição, coletar dados e reportar desempenho.
Determinar critérios para medição: é preciso ter certeza de que o objetivo é mensurável e que está dentro da capacitação da equipe de medir e reportá-lo. Por exemplo, há critérios fáceis de mensurar,