Analíse macro da coca cola
Estima-se que cerca de 15 bilhões de litros de bebidas não - alcoólicas são consumidas pelos brasileiros. Dentre elas, os refrigerantes, com 12 bilhões de litros, são os produtos mais consumidos. As marcas em sua amplitude, com suas redes de distribuição nacional, respondem por 67% das vendas e as marcas regionais (Tubaínas) por 33%.
Fazendo uma análise do cenário competitivo e das estratégias que têm sido utilizadas pelas empresas de bebidas não – alcoólicas para se manterem competitivas, pode-se inferir que alguns fatores ambientais causam mudanças profundas no mercado de refrigerantes.
• A introdução da tecnologia de fabricação das embalagens PET (polietileno) possibilitou o uso em larga escala de embalagens descartáveis e a diminuição da necessidade de investimentos pesados na formação de estoques de embalagens retornáveis de vidro e, com isso, vem reduzindo o custo de espaço, transporte, armazenagem e controle de garrafas, tanto nas empresas fabricantes quanto nos depósitos dos seus canais de distribuição. • O significativo crescimento das vendas através do canal de distribuição Auto - Serviço (AS). Liderado pelos Hiper e Supermercados possibilita a redução de custos de transportes através de maiores quantidades de produtos entregues em menor quantidade de ponto-de-vendas (distribuição ponderada). • O aumento do poder aquisitivo dos consumidores possibilita acesso a diferentes opções de embalagens. Esse fator pode estar diretamente relacionado também com o aumento do nível de exigências dos consumidores, motivados a diversificação dos produtos.
Análise Quantitativa do Mercado
O Brasil é o terceiro maior produtor de refrigerantes do mundo (12 bilhões de litros em 2002/ 18 bilhões de litros em 2003). Algo como um milhão de ponto-de-vendas distribuem estes produtos nas localidades do território.
A demanda anual de matérias primas e insumos gira em torno de 3,5 milhões de