agricultura portuguesa
Grandes zonas agrícolas: Alentejo
Pequenas zonas agrícolas: Minho
- relevo;
- pressão demográfica;
- maior quantidade de população, maior divisão de terrenos e consequente diminuição de fúndios; - A população agrícola em Portugal tem vindo a diminuir.
- Até 1960 a actividade económica agrícola era a mais importante, a partir daí foi perdendo influência.
- Após a entrada na CEE (Comunidade Económica
Europeia) em 1986, Portugal recebeu fundos da mesma para investir no sector primário, mas não correu bem.
Mesmo após um período de adaptação os agricultores portugueses ficaram sujeitos à forte competitividade dos europeus e sem hipóteses, foi-se abandonando a actividade agrícola.
- Contudo, alguns agricultores lusos mais formados, e que tinham apoios, conseguiram ganhar fundos e modernizaram. - Em Portugal a agricultura é para subsistência e ainda há muitos pequenos agricultores que não conseguem competir, enquanto que há alguns que têm sucesso.
Maior importância em Portugal:
- trigo
- milho
- centeio
- arroz (de certo modo)
Evolução após 1986:
- Redução da superfície de cultivo;
- Quebra da produção;
- Perda de importância no contexto da produção vegetal;
- Manutenção ou quebra ligeira nos casos do milho e do arroz.
Grande importância nas regiões de:
- Entre Douro e Minho (região vinhos verdes)
- Ribatejo e Oeste (afamadas produções)
- Trás-os-Montes (vinho Porto)
No Alentejo e na Madeira, esta produção tem uma grande importância para as economias regionais. Alguns problemas:
- Fecho de lagares por imposição da EU, por falta de cumprimento das regras ambientais;
- Falta de mão-de-obra especializada;
- Olivais abandonados;
- Olivais envelhecidos;
- Dificuldade de introduzir a mecanização em áreas de minifúndio ou de difícil acesso.
Grande importância nas regiões de:
- Trás-os-Montes;
- Alentejo;
- Beira Interior.
A sua produção tem tido uma evolução positiva, embora ligeira.