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Em modelagem de dados a cardinalidade é um dos princípios fundamentais sobre o relacionamento de um banco de dados relacional. Nela são definidos o graus de relação entre duas entidades ou tabelas.
No modelo relacional, podemos ter os seguintes níveis de relacionamento: 1:N, N:N, 1:1 e N:1.
Um diagrama E-R pode definir certas restrições às quais o conteúdo da base de dados tem que obedecer. Uma restrição importante é a cardinalidade do mapeamento, que expressa o número de entidades ao qual a outra entidade pode estar associada via um relacionamento.
Um para um
Um para muitos
Muitos para muitos
Este tipo de relacionamentos tem de ser resolvido. Dá sempre origem a uma nova entidade, que representa a relação entre as outras duas.
Neste modelo teremos o seguinte cenário:
Existirá o relacionamento vários-para-vários (N:N) entre os registros da tabela doutor e os registro da tabela paciente, pois vários médicos poderão atender vários pacientes, um médico atende diversos paciente, assim como um paciente pode ser atendido por diversos médicos;
Existirá o relacionamento um-para-vários (1:N) no relacionamento entre a tabela departamento em relação a tabela de médicos, pois um doutor, poderá trabalhar em somente um departamento do hospital, contudo, um departamento poderá ter vários doutores.
Já o relacionamento um-para-um (1:1) será usado nos casos onde o registro de uma tabela só poderá ter uma associação com um registro de outra tabela. No nosso caso, isso caberia na relação entre um quarto de apartamento e um paciente. Pois um paciente só poderá estar em um determinado apartamento, e cada apartamento só poderá abrigar um determinado paciente (partindo do princípio de quartos individuais).
Uma das principais funções de cardinalidade, é manter a integridade do bando de dados, em associação com as regras de negócio, não permitindo que essas regras sejam quebradas causando anomalias no SGBD, dados repetidos ou fora de normalização.