Aconteceu enquanto eu nascia
BRUNA
ROSA
GABRIEL
Transferência de Oócito
São Paulo 2014
TRANSFERÊNCIA DE OÓCITO
Uma nova perspectiva para o aproveitamento genético de éguas sub-férteis
INTRODUÇÃO
A transferência de embriões (TE) teve um avanço expressivo nas duas ultimas décadas, pela ativa e continua busca por aperfeiçoamento da técnica através de inúmeras pesquisas com éguas de diversas raças, como, por exemplo, da raça Mangalarga Marchador, que é uma das raças que mais se faz TE no mundo.
Contudo, ainda há inúmeras dificuldades relacionadas às fêmeas com patologias do trato reprodutivo. As éguas subférteis ou inférteis podem ser acometidas por injúrias, tais como: limitações no transporte de espermatozóides ou na interação entre espermatozóide e óvulo, dificuldades no desenvolvimento embrionário, falha na ovulação, problemas crônicos associados à genitália tubular (piometra, fibrose endometrial, dentre outros). Em doadoras, estas patologias levam a redução na recuperação embrionária, tornando-as menos produtivas em programas de TE. Para se ter idéia do impacto negativo dessas éguas no programa, pode-se analisar seus índices de recuperação embrionária, que se encontram em torno de 28,18%, enquanto em éguas livres de qualquer patologia está próximo a 67% (Jacob et al., 2000).
Uma alternativa para elevar a produção embrionária nessas éguas pode estar em estudos envolvendo função folicular (PF) e transferência de oócitos (TO). Os primeiros experimentos foram desenvolvidos em vacas, obtendo-se resultados significativos. Baseado nestes experimentos iniciais começou-se a desenvolver esta técnica em eqüinos.
A técnica de Transferência de oócitos consiste na coleta de oócitos por aspiração de