O calcanhar de aquiles
Crise econômica é a ruptura periódica do equilíbrio entre produção e consumo, que traz como consequência desemprego generalizado, falências, alterações dos preços e depreciação dos valores circulantes.
O mundo já vivenciou várias crises econômicas. A de maior repercussão, sem dúvidas, foi a crise que se deu com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Conhecida também como crise de 1929 ou como “A Grande Depressão”. Iniciou-se nos Estados Unidos e alastrou-se para todos os continentes que mantinham relações comerciais e de dependência com os Estados Unidos.
Atualmente, a crise que nos chama atenção é a da Grécia, que se endividou com empréstimos pesados. Para entendermos melhor esta crise, devemos conhecer como funciona a União Europeia, visto que a Grécia faz parte desse bloco econômico desde 1981.
A União Europeia é uma união econômica e política de 27 Estados-membros. Desenvolveu um mercado comum, em que padronizou leis que se aplicam a todos os Estados-membros. Suas políticas têm por objetivo assegurar a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais. Em 2002 foi criada uma moeda única, euro, com a intenção de construir um mercado único. Atualmente, 17 Estados-membros, dos quais se inclui a Grécia, a utilizam. O euro e as políticas monetárias dos que o adotam estão sob o controle do Banco Central Europeu.
O Banco Central Europeu tem como objetivo garantir a estabilidade dos preços, principalmente nos países que utilizam o euro; e zelar pela estabilidade do sistema financeiro, supervisionando os mercados e suas instituições financeiras. Um de seus papéis é fixar as principais taxas de juro para a zona do euro e controlar a massa monetária. É o BCE que coordena a colaboração entre os bancos centrais da zona do euro.
Outras entidades econômicas da União Europeia são: Tribunal de Contas Europeu e Comitê Econômico e Social Europeu.
O Tribunal de Contas Europeu controla as finanças da UE. Sua função é melhorar a gestão