A história das coisas
No documentário há uma reflexão sobre o sistema consumista predatório que é praticado em todo o mundo, fazendo com que os recursos naturais, que são finitos, fiquem escassos e com eminente chance de acabar de vez. Recursos estes que são essenciais para a vida na Terra, como a água, as florestas, os animais, etc.. Após a exploração dos recursos naturais, essas matérias-primas são levadas para serem industrializadas e a elas são acrescentados produtos químicos nocivos à saúde, mas ninguém realmente se importa com os danos a médio e longo prazo. Além das toxinas presentes nos produtos comercializados, há também a poluição emitida pelas fábricas, que afeta diretamente até quem não consome nem tem contato com os produtos.
O consumo é a base de todo esse sistema. Se a pessoa não consome, ela não é nada aos olhos das empresas, do governo e até das outras pessoas, e por isso tem cada vez mais propagandas, mais o governo cria incentivos para manter o capital girando, pois se não tiver consumo não tem indústrias, não tem emprego e todo o sistema quebra. O fato da tecnologia e da moda mudarem quase diariamente é proposital para que o consumismo seja acentuado, pois mexe com o ego das pessoas não ter o computador mais moderno ou as roupas que estão em alta. Atualmente você é o que tem e se não tem nada você é invisível para a sociedade.
Após um pequeno período de tempo tudo o que não é não está mais em alta vai para o lixo, além de todas as embalagens de comida que são consumidas diariamente. Nos Estados Unidos cada cidadão produz em média 2kg de lixo por dia e todo esse lixo vai para o aterro sanitário, podendo ele ser incinerado primeiro (o que faz com que piore muito a situação, pois além de liberar todas as toxinas de quando o produto foi fabricado, produz outras novas e mais nocivas). Uma solução ao lixo é reciclar, mas mesmo se cada pessoa fizesse sua parte em suas casas não seria o suficiente, pois além das fábricas produzirem um número muito