Uretrocistografia
MAMOGRAFIA
Prof: Rafael Aluna: Aline Mara
Quixeramobim-ce
TRANSTORNO E COMPLICAÇÃO PÓS CIRURGICA DE MASTECTOMIA
A forma como a mulher irá reagir à mutilação de sua mama e suas consequências será de acordo com algumas variáveis que dizem respeito à sua história de vida, ao contexto social, econômico e familiar em que está inserida. A mulher se depara com uma série de impedimentos provocados pela cirurgia mutiladora que vão desde às paralisias e deficiências até a interrupção da carreira, no cuidado da casa e dos filhos. Nesse momento, a mulher pode vivenciar vários lutos, e, no momento de reassumir essas responsabilidades, pode apresentar uma série de dificuldades, muitas vezes em decorrência da vergonha e da dificuldade em lidar com o próprio corpo. Nesse momento pós-cirúrgico, é necessário que ela passe por um processo de reabilitação que envolve processos de reaprendizagem de habilidades físicas como também redescobrir seu papel dentro da família, da comunidade e da sociedade.
O câncer de mama implica um elevado grau de comprometimento na auto-imagem corporal, o que pode acarretar danos ao conceito que se tem de si próprio e à aceitação ou não da própria sexualidade dentro do relacionamento sexual, visto que a mulher está carregada de sentimentos de intensa insegurança e medo.
A percepção do próprio corpo é fundamental tanto para se lidar com a própria sexualidade como para se relacionar com o outro. Por causa da importância simbólica do seio, que representa a característica primordial da sensualidade, maternidade e da identidade feminina, alterações psicossociais podem ocorrer nas pacientes que não aceitam a perda do seio. A mutilação altera a auto-imagem e o auto-conceito, levando as mulheres a se sentirem desvalorizadas, envergonhadas e repulsivas, evitando contatos sociais e sexuais. Assim, quando a mulher necessita retirar a mama devido ao câncer, sentimentos de angústia e dor estão