teoria da contabilidade
Várias foram as escolas de pensamento contábil, porém nem todas trouxeram avanços na essência do estudo da Ciência Contábil, alterando, apenas, a forma de apresentação das correntes ora desenvolvidas. Tem-se neste trabalho o objetivo de descrever as escolas de pensamento contábil que surgiram na busca de uma visão científica (apesar de algumas não terem conseguido avançar mais do que a sua própria natureza empírica, contudo deram suporte para outras com aprimoramento cultural suficiente para o campo científico). Serão descritas as seguintes escolas:
Pseudopersonalismo, Contismo, Materialismo Substancial, Personalismo,
Controlismo, Aziendalismo, Reditualismo, Patrimonialismo, Universalismo e Neopatrimonialismo.
ORIGEM DA CONTABILIDADE
O homem, desde seu surgimento, procurou suprir suas necessidades entendendo o que ocorria com as coisas, para então procurar utilizá-las e melhorar o sua vida. Este processo de aprendizado inicia-se com uma visão superficial, posteriormente a este ato, o homem reproduz este conhecimento tornando-se empírico o seu contato.
Num segundo momento, necessita conhecer os fundamentos do mesmo buscando aí uma visão aprofundada, metódica, completa, que proporcione o conhecimento de fato do fenômeno para então construir teoremas, teorias, funções, enfim, conhecimento científico.
A Contabilidade está ligada a necessidade de registros do comércio. Neste período, os indivíduos faziam suas inscrições classificando seu patrimônio utilizando de desenhos para designarem a qualidade e os riscos para a quantidade.
Vista como a arte da escrituração mercantil, a Contabilidade utilizava técnicas específicas, que se foram aperfeiçoando e especializando, sendo algumas delas aplicadas até hoje.
O homem enriquecia, e isso impunha o estabelecimento de técnicas para controlar e preservar os seus bens.
Nesse primeiro controle dos seus bens, o homem então conheceu a Contabilidade, uma ciência que desde então,