sustentabilidade
UM LONGO PROCESSO HISTÓRICO DE REAVALIAÇÃO CRÍTICA DA RELAÇÃO EXISTENTE ENTRE A SOCIEDADE E O MEIO AMIENTE.
Resenha
A transição econômica do modelo keynesiano para o modelo neoliberal, se por um lado provocou a busca da competitividade, o emprego de novas tecnologias e novas formas de organização da produção e do trabalho, por outro lado também gerou um maior desemprego, a diminuição da renda e o aumento das desigualdades.
Portanto, desenvolvimento sustentável já não é mais um discurso para as próximas gerações, mas sim uma tarefa para agora.
Frente à ampliação do debate em torno do aquecimento global, o tema sustentabilidade chegou ao topo das prioridades nas grandes empresas, na busca do alinhamento de práticas empresariais com valores socioambientais mais justos.
Para agir diferente é preciso ver diferente. Por isso, aprendizagem e mudança são inseparáveis, já que não é possível mudar sem aprender ou aprender sem mudar.
Em alguns modelos o capitalismo permaneceu presente, com a visão do ciclo produtivo onde é permitido extrair do meio ambiente – de forma indiscriminada- os insumos necessários para a produção e, após esse processo, retornar os resíduos e poluentes, acarretando poluição e esgotamento dos recursos naturais.
Analisou-se a situação ambiental mundial e foi apontando que a humanidade vem estabelecendo uma relação cada vez mais predatória com a natureza em face do modelo capitalista de produção e que, por isso, a humanidade se aproxima rapidamente de um cenário de desastre ambiental.
Outra forma de lidar com a sustentabilidade nas empresas é a implantação de programas de ecoeficiência. Nesse modelo o processo de produção é permanentemente monitorado de forma a se identificar possíveis desperdícios no uso de água, energia e materiais que geram como consequência o aumento nos gastos e a geração e efluentes.
Duas importantes contribuições no uso de indicadores de sustentabilidade: a Pegada Ecológica, e o Índice de