sociologia
Introdução
A análise da produção existente sobre a história da infância permite afirmar que a preocupação criança encontra-se presente somente a partir do século XIX, tanto no Brasil como em outros lugares do mundo.
Até o início da década de 70 a história da infância e a história da educação pareciam ser dois campos distintos e inconciliáveis de pesquisa.
Os historiadores da educação, principalmente no norte americanos manifestado encontraram-se no processo de reconstruir a definição precisa de seu tempo.
Somente um pouco tentaram conhecer melhor a história da infância. Para Aries. (1973) e de Mause (1991), a história da infância e as questões da aprendizagem humana já estavam relacionadas conceitual e socialmente.
Os atores citados destacam o acontecimento no tempo do descobrimento da infância moderna e da aparição de instituições protetoras para cuidar e formar a geração mais jovem.
A vida era relativamente igual para todas as idades. As crianças tinham muito menos poder do que atualmente tem em relação aos adultos.
Provavelmente ficavam mãos expertos a violência dos mais velhos (Areis, 1973) pouquíssimas crianças podiam ter um poder imenso, como Luiz XVII rei da França, a ponto de ser tratado como adulto por seus criados e cortesão havia o caso de pessoas que não conseguiam durante a vida toda sair da infância, como os escravos.
No Sul dos Estados Unidos, escravos eram tratados como meninas.
Classificados como dependentes, comonos conta Levim (1997). A história posterior permitiu afirmar que a infância pagará um preço muito alto por esta nova centralidade social; a incapacidade plena (social e, mais tarde, também jurídica), e no melhor das casas converter-se em objetos de proteção repressão.
Durante a idade média, da escolarização das crianças, estas e os adultos compartilhavam os mesmos lugares e situações, fossem eles doméstico, trabalha ou de festa.
Na sociedade Medieval na havia a divisão territorial e