Resumo do capitulo VI do Livro "As origens do homem Americano"
O autor inicia o capitulo contextualizando a teoria da influencia melanésia na America, que teve uma maior difusão que a australiana, principalmente por ser encontrada em toda a America, e como prova de sustentação a semelhança encontrada entre os crânios das etnias melanésia e americana, sem deixar de a fora predominância notável do tipo sanguíneo O nas tribos indígenas da Oceania e America, o que levou biólogos a criarem um grupo dentro deste tipo sanguíneo: Pacífico-Americano. Este ultimo fator possivelmente devido a isolação que as tribos sofreram após a imigração.
Outro elemento que coincide é o fator RH, onde entre os oceânicos, asiáticos e americanos o positivo predomina em grande escala. Paul Rivet expõe achados convergentes culturais nas duas etnias, que compreendem todo o dia-a-dia dos indígenas que concordam perfeitamente com pesquisas etnográficas de alguns estudiosos como Erland Nordenskiöld e Graebner, achados materiais: Ferramentas de caça, utensílios domésticos, varas que auxiliavam o transporte de carga, embarcações decoradas, construções de habitação; também culturais: Jogos, adornos, vestimentas, técnicas de agricultura e caça, ritos religiosos. Além de todas essas similaridades o autor confirma a existências de muitas características sociológicas que precisam ser acrescentadas na linha de pesquisa, mas antes precisam ser estudas cada uma delas isoladamente, para que se possa identificar as manifestações de culturas oceânicas hereditárias e as que surgiram individualmente nas tribos americanas. Seguindo a linha de pesquisa de Erland, Paul comenta a ausência de alguns objetos de semelhança em seu trabalho devido à atenção desviada do autor para a explicação das similitudes, deixando assim de destacar algumas observações capturadas por Rivet nos trabalhos de Erland:
Os Elementos encontrados em comum na America com os da Oceania, mesmo aqueles em comum com os da