Resenha: Uma mente brilhante
Uma Mente Brilhante. (MIND, BEAUTIFUL A). Direção: Ron Howard. Roteiro: Akiva Goldsman. Elenco: Russel Crowe; Jennifer Connelly; Paul Bettany. EUA, 2001*
O filme trata sobre a vida de um jovem matemático chamado John Nash, que ingressa na Universidade de Princeton. A primeira aula inicia com o discurso do professor Helinger mostrando a importância da matemática no mundo, fazendo certas provocações, perguntando quem será o próximo Morse ou o próximo Einstein, e que certamente influenciou e pode influenciar no ensino da matemática.
Nash, um jovem inteligente e provavelmente de futuro promissor na área da matemática, apresenta dificuldades para socializar-se com os outros, e sem saber, possui um inicio de esquizofrenia que mais tarde lhe causará vários problemas. Depois de um tempo apresenta os primeiros sintomas dessa doença, vendo pessoas inexistentes como seu amigo Charles e sua sobrinha. Sempre afastado dos outros, Nash decide não ir às aulas da Universidade, pois acreditava que era perca de tempo, para ele as aulas alienavam as mentes e destruía o potencial para a criatividade autêntica. O ensino da matemática ao longo dos anos vem sendo um ensino sistematizado não possibilitando aos alunos a desenvolver suas próprias teorias relacionadas à problematização dos cálculos matemáticos.
Depois de algumas observações o jovem decide ir à busca de uma ideia original e tenta de varias formas desenvolver uma ideia original e tenta de varias formas desenvolver a tão desejada ideia, mas não obteve sucesso. Após uma conversa com o professor Hellinger, Nash fica desesperado ao saber que não terá direito a aprovação por não participar das aulas. No quarto Charles (amigo de imaginário) observa o estado em que Nash se encontra e o incentiva ir à procura de uma ideia fora do quarto onde estava sempre resolvendo problemas matemáticos.
A partir de uma conversa em um bar, Nash tem o primeiro pensamento que daria origem a sua teoria, esta que revolucionou a economia