Relatório de aulas praticas de imunologia clinica
Introdução
ASO, PCR e FR – partículas de látex, estabilizadas e sensibilizadas com anticorpo anti-proteina C-reativa humanas são aglutinadas macroscopicamente quando a proteína C-reativa está presente na amostra em concentrações maiores que 6,0 mg/dL.
VDRL – partículas de colesterol revestidas com cardiolipina e lectina, reagem com os anticorpos presentes na amostra, resultando em floculação que pode ser observada microscopicamente. A ausência de floculação indica um resultado negativo.
Materiais e Métodos
* Materiais: * Pipetas automáticas de 25 e 50 µl * Ponteiras * Descarte * Amostra biológica * Controles positivos e negativos * Placas de reação de fundo preto para a visualização da aglutinação do látex * Placas de Klyne para visualização da aglutinação de cristais de colesterol
* Método: * Látex: kit – ASO, detecção da A.S.O. 1) Pipetar 25 µl de látex sensibilizado com S.O. 2) Pipetar 25 µl de amostra biológica, CP ou CN 3) Homogeneizar por 3 minutos 4) Proceder à leitura da reação * VDRL 5) Pipetar 50 µl de amostra biológica 6) Pipetar 50 µl de amostra biológica diluída ¼ 7) Pipetar reagente de VDRL 8) Homogeneizar por 5 minutos 9) Proceder à leitura ao microscópio
Discursão
ASO - Os valores normais de ASLO variam com a idade do individuo. Geralmente encontram-se abaixo de 250Ul/ml. Entretanto, na prática, muitos estudiosos do assunto consideram como normais os valores de 333 Ul/ml até 5 anos de idade, e até 500Ul/ml acima dos 5anos de idade.
É importante considerar que a ASLO não expressa atividade de doença. Não há relação direta entre elevação e normalização de títulos com a gravidade de febre reumática. Existe a possibilidade da ASLO manter-se elevada e com valores mais ou menos fixos por meses, sem causa aparente, mesmo com provas de atividades inflamatórias normais. A instituição precoce de antibióticos e