Relatorio 2
No processo de coloração de Gram o cristal violeta (primeiro corante) penetra na bactéria assim como o mordente (lugol). Intracelularmente forma-se um complexo corante-iodo, insolúvel em água, que vai corar o protoplasma e a parede celular. A camaa peptidoglicano é maior em bactérias gram-positivas, as gram-negativas, possuem pouco peptidoglicano (10%) e são coradas por rosa.
A lavagem com álcool-cetona, dissolve o complexo corante-iodo, e se a parede celular for permeavel a este, o arrasta para fora da célula. As bactérias capazes de preservar a coloração roxa do primeiro corante, são gram-positivas. As incapazs de reter o violeta são as gram-negativas, corando pela fucsina que se fixa apenas nas bactérias gram-negativas que ficam rosa.
2 / 3- Em bactérias gram-positivas a parede celular é formada principalmente por ácidos teicóicos, (ampla variedade de diferentes polímeros contendo, açúcares, fosfato e glieceol) possuindo longa camada de peptidoglicano (90%). Nas gram-negativas a camada de peptidoglicano chega é pouca, (10%) sendo formada principalmente por lipídios essa parede.
Pela quantidade de ácidos teicóicos, após a coloração, as gram-positivas formam um complexo corado azul intenso, que não é removido facilmente com álcool-acetona. As gram-negativas não retêm a coloração após o tratamento com álcool-acetona e são reveladas posteriormente com solução de fucsina apresentando tom rosado.
4 – Células de bactérias mortas ou danificadas por esse calor, tendem a perder o cristal violeta e uma mesma amostra bacteriana gram-positiva pode exibir parte ou toda célula corada como gram-negativa.
5- Os corantes reagem com a parede celular da célula bacteriana, penetrando na célula justamente por estar morta, assim como processo inicial da coloração de Gram, tem que queimar a bactéria contida na lâmina para realização do experimento.
6- O aquecimento exagerado que pode levar a uma gram-positiva ter coloração