Qualidade de Vida no trabalho ou Controle de Vida no Trabalho
DOURADO, D. C. P.; CARVALHO, C. A. Controle do homem no trabalho ou qualidade de vida no trabalho? Cad. EBAPE.BR, v. 4, n. 4, p. 1-15, dez. 2006.
É fato que a qualidade de vida dos profissionais é imperativo estratégico para as empresas. Atualmente o stress e questões emocionais são os problemas que mais afetam os profissionais dentro das organizações. Os programas que visam o bem-estar dos empregados reduzem custos com assistência médica, ajudam a manter a produtividade e contribui com a retenção de talentos da empresa. Absenteísmo e Presenteísmo não contribuem para geração de valor e resultados para as organizações. É óbvio que isto será utilizado a favor da empresa. Os investimentos em atividades físicas, clubes de corrida ou caminhada, apoio psicológico e psiquiátrico, planos de saúde, dentre outros contribuem para o bem estar dos empregados e consequentemente para empresa. Não podemos deixar de citar que grande parte das empresas não obrigam seus empregados a participar. Cada profissional tem a opção de escolher qual caminho seguir. Profissionais que se envolvem em programas de qualidade de vida tornam-se mais produtivos, saudáveis, menos estressados. Estes benefícios não tem preço, principalmente para quem já conviveu em uma destas situações desconfortáveis.
Os programas de qualidade independente do tamanho da empresa são bem estruturados, com pilares bem definidos e alinhados com a gestão da organização. Empregados motivados e satisfeitos tem maior vínculo com a empresa e contribuem positivamente para a batalha de competitividade do mercado. O investimento em programas de qualidade de vida geram muitos benefícios. No físico as pessoas ficam melhores condicionadas e mantém sua saúde, gerando menos absenteísmo e presenteísmo. Diminuição do estresse, ansiedade ajudam a administrar a rotatividade nas organizações. Várias das ações dos programas de qualidade de vida são realizadas em grupo, impactando na felicidade dos mesmos. Estes investimentos