PSICOLOGIA JURIDICA
CAPÍTULO VI – UM OLHAR SOBRE O DELINQUENTE
Pela ótica do autor José Osmir Fiorelli, há uma curiosidade em investigar o que representa o ato de delinquir sob a ótica daquele que o pratica e neste ponto, podemos citar sobre o prazer proporcionado pelo ato de delinquir em função da dor do outro.
Destarte, pode-se dizer que o prazer na dor do outro , pode também refletir uma característica de personalidade antissocial, no qual , o agredido não passa de coisa e o prazer de agredir contrabalança a frustração de não poder destruir totalmente o outro.
Com relação a este tipo de comportamento, podemos afirmar que o condicionamento que deriva da exposição a situações similares desde a infância, que ensinaram o indivíduo a obter vantagens a partir do comportamento de agressão bem como a imitação de modelos como no caso em que pai, mãe ou alguma pessoa significativa causava dor em outras pessoas, conseguindo desta forma , benefícios com este tipo de estratégia.
Temos também o gozo adquirido através da violência e neste caso, o diferencial está no fato de que o individuo experimenta o prazer com a violência em si, sendo este, seu maior objetivo.
Podemos arguir a existência da violência psicológica existente e comum nas relações, profissionais, sociais e profissionais.
A gênese da deliquência:
Adquirida através de predisposição genética , como por exemplo na possibilidade de pessoas com determinadas condições mentais que escolham modelos de condutas inadequados, bem como em função da geografia do crime ; o ato de delinquir também pode advir pelo condicionamento e modelos adquiridos no lar, no ambiente escolar e de fatos ocorridos durante a infância.
Durante a adolescência, um crítico momento de transição , diversos fatores colaboram para tornar o jovem mais vulnerável à prática da deliquência.
Podemos dizer que o modelo e os efeitos causados em função de exclusão como ocorre no caso de recolhimento a uma instituição, bem como no