Pregnância
A Pregnância é a lei básica da percepção Visual da Gestalt. Definições:
“Qualquer padrão de estímulo tende a ser visto de tal modo que a estrutura resultante é tão simples quanto o permitam as condições dadas.”
“As forças de organização da forma tendem se dirigir tanto quanto o permitam as condições dadas, no sentido da harmonia e do equilíbrio visual.” (GOMES, 2000, p 36)
Podemos dizer que um objeto com alta pregnância é um objeto que apresenta ao Maximo clareza e equilíbrio em sua forma, e possui o mínimo de complicação visual em organização de elementos e ou unidades de composição.
Exemplos:
(01) (02)
Na figura 01 a letra K estar nítido, principalmente pela sua cor preta que destaca tornando sua identificação imediata perante aos outros elementos da figura. Já na figura (02) a letra K torna-se menos legível, pois a sua forma estar diretamente confundida com os traços dos elementos que estão na imagem.
A pregnância também estar vinculada a disposição dos elementos na composição da imagem e assim tornando-a mais harmoniosa, é o exemplo da figura (03). Quando não há organização que influi diretamente na harmonia da composição, como na figura (04). (03) (04)
A melhor pregnância pressupõe a organização formal do objeto no sentido psicológico, que tenderá ser sempre a melhor possível referente de vista estrutural. Critérios de qualificação ou julgamento organizacional da forma: 1. “Quando melhor ou mais clara for a organização visual da forma do objeto, em termos de facilidade de compreensão e rapidez de leitura ou interpretação, maior será o seu grau de pregnância.” 2. “Naturalmente, quanto pior ou mais complicada e confusa for a organização visual da forma do objeto menor será o seu grau de pregnância.” (GOMES, 2000, p 37)
GOMES FILHO, João. Gestalt do Objeto: sistema de leitura visual da forma. São Paulo: Escrituras Editora,