Pre-escola
Creche e pré-escola no Brasil; passado e presente na visão de quem mais se interessam as mães.
Uma mãe de cinquenta e cinco anos, com cinco filhos, com idade entre trinta e seis anos e vinte e um anos; Nenhum deles precisou frequentar creche e nem pré-escola, onde os três mais velhos ela mesma cuidou e educou, pois não trabalha na época, e as duas mais novas tinha uma pessoa de confiança que cuidava e educava. Apoiava-se sempre na boa educação e disciplina para cuidar de seus filhos, sem deixar de lado a convivência com outras crianças; Acredita que quando uma educação vem de casa, de uma família que se respeitem e acreditem em Deus, as creches e pré-escola podem sim ser um complemento para educação, mas a responsabilidade acredita que seja dos pais; Pensa que a idade adequada seria após os três anos para criança começar a frequentar a escola; Mas apesar de seus filhos não precisaram frequentar creche, conhece instalações e crê que seu atendimento é fraco, pois “os sérios problemas de qualidade que são registrados na Educação Infantil significam um grande desafio, pois as crianças pequenas constituem o segmento etário mais frágil e indefeso com relação a condições adversas de cuidado e educação. No caso da faixa mais próxima do nascimento, são crianças que ainda não falam e não se locomovem sozinhas, e que nem sempre conseguem manifestar seu descontentamento aos responsáveis”.
A outra mãe tem vinte e cinco anos; Uma filha de apenas nove meses; Já frequenta creche dês dos seis meses de vida, por não ter encontrado alguém de confiança para ficar com o bebê, pois trabalha; Além da criança ficar na creche, trabalha em outra unidade como Psicóloga escolar, e acompanha de perto o excelente trabalho da creche; Acredita que creche já tem proposta pedagógica nos dias atuais, até o momento do brincar tem um fundamento, eles deixam a par de tudo, inclusive tem o monitoramento diário sobre a rotina da criança. Confia que amor é a primeiro e principal