Poesia no modernismo
O manifesto escrito por Oswald de Andrade foi inicialmente publicado no jornal Correio da Manhã, edição de 18 de março de 1924; no ano seguinte, uma forma reduzida e alterada do manifesto abria o livro de poesias Pau-Brasil. No manifesto e no livro Pau-Brasil (ilustrado por Tarsila do Amaral), Oswald propõe uma literatura extremamente vinculada à realidade brasileira, a partir de uma redescoberta do Brasil.
A seguir, alguns trechos do Manifesto:
"A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos.
(...) A Poesia para os poetas. Alegria dos que não sabem e descobrem. (...)
A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. A contribuição milionária de todos os erros. Como falamos. Como somos.
(...) Só não se inventou uma máquina de fazer versos - já havia o poeta parnasiano. (...)
A poesia modernista pode ser dividida em duas fases parecidas e ao mesmo tempo distintas:
1ª fase (1922 á 1930)
Em sua primeira fase a poesia pode ser descrita como DESTRUTIVA pois buscou quebrar todos os padrões poéticos impostos pelos movimentos que antecederam a era moderna como o parnasianismo e o realismo. A poesia era de caratér rebelde e destruidor e o nacionalismo era o traço mais marcante nas linhas poéticas. Os autores voltam as origens, fazem pesquisas atrpas de fontes que os levem ao quinhentismo que foi um movimento essencialmente brasileiro sem caracteristicas portuguesas que retratava o homem e a terra que pertenciam ao Brasil. Consequentemente a valorização da cultura indigena, nordestina e sulista foi extremamente forte.
Principais autores:
Ronald de carvalho
Guilherme de almeida
Raul Bopp
Mario de Andrade
Manuel Bandeira
mario de andrade foi um dos mais importantes poetas da 1ª fase da poesia moderna.
Em 1922, publicou “Paulicéia Desvairada”, obra