Ouro, grandeza e glória cap 11
Tradução de Walter Dultra, atualização e revisão técnica Márcia Guerra
-22ed capitulo XI, Rio de Janeiro.
Resumo Critico
OURO, GRANDEZA E GLÓRIA.
Leo Huberman, na História da Riqueza do Homem, Capitu XI, destaca que os pensadores do Século XVII e XVIII, estavam muito preocupados em pensar em termos de um Estado nacional e não apenas em cidades isoladamente, Queriam transferir para o plano nacional os princípios que haviam tornado as cidades ricas e importantes. Os governos aprovaram Leis que no seu entender trariam riquezas e poder para todos as nações. Surgindo o mercantilismo que não era um sistema no seu sentido atual da palavra, mas sim diversas teorias econômicas aplicadas pelo Estado em um momento ou outro, num esforço para conseguir riquezas e poder, como os governantes acreditavam nessas teorias, que quanto mais ouro e prata houvesse em País, mais rico este seria, as imposições contra as exportações de ouro e prata tornaram-se comuns. Restava, então descobrir o que fariam os países que não dispunham desses recursos para enriqueceram, já que para alguns mercantilistas o dinheiro significava riqueza. Conforme identifica o autor os países poderiam aumentar suas reservas de ouro dedicando-se ao comércio externo, segundo os mercantilistas, tendo sempre cautela de vender aos outros mais do que devia comprar. A diferença no valor de suas exportações em relação ás importações teriam de ser remuneradas em metal, O negócio era exporta mercadorias de valor e importar apenas o que fosse necessário, mantendo a balança comercial favorável, o que significava estimular as industrias por todos os meios possíveis, sendo importante também, a industria produzir os produtos que o povo precisava para não ser necessário importa-las. Surgiram então outros problemas, como a forma de ajudar as velhas industrias a prosperarem e estimular as novas. Os prêmios governamentais destinavam-se a estimular