Ossos do cranio
É um dos ossos que forma a cavidade ocular.
É um osso pneumático.
É o osso que forma a “testa”, e também é um dos ossos que compõem a calota craniana.
Quando o neném nasce, esse osso não se articula com os ossos parietais, e entre eles ficam as famosas moleiras, chamadas tecnicamente de fontanelas ou fontículos. Quando ocorre a ossificação, o osso frontal se articula com o parietal através da sutura coronal (coronal vem de coroa, mesmo! porque é mais ou menos nesse lugar em que a coroa fica na cabeça da pessoa).
Entre os dois arcos ciliares (no homem, esses dois arcos são bem mais protuberantes do que nas mulheres!), fica uma região chamada de glabela. É uma parte da testa em que misteriosamente geralmente não nascem pelos da sobrancelha. Clinicamente, essa região é importante, pois é um dos pontos craniométricos importantes em medida do esqueleto cefálico.
2) Ossos Zigomáticos
É um dos ossos que forma a cavidade ocular.
É o osso que forma as “maçãs do rosto”, ou também chamado de “osso da bochecha”.
A importância clínica do osso zigomático é que esse é um osso alvo de traumatismo, quando ocorrem acidentes de trânsito, esportes, etc.
Os acidentes anatômicos importantes desse osso são: forame zigomáticofacial (onde passa o nervo zigomático), processo temporal do osso zigomático, que, junto com o processo zigomático do osso temporal formam o arco zigomático.
3) Ossos Nasais
“A abertura piriforme é a grande abertura na região nasal e a abertura anterior da cavidade nasal. Visível através da abertura piriforme estão o par de conchas nasais inferiores e as cristas nasais fundidas, formando a parte inferior do septo nasal e terminando anteriormente como espinha nasal anterior.” (Gray’s Anatomia para Estudante, p. 764).
É o osso mais comum de ocorrer fratura.
4) Maxilas
Nas maxilas e na mandíbula existem os processos alveolares, onde os dentes ficam inseridos. Tanto os dentes, quanto o processo alveolar só existem em “mutualismo”, ou seja,