Ocupação do Solo brasileiro
O que é solo?
O solo é a cama mais fina da crosta terrestre, com espessura que varia de alguns centímetros até no máximo alguns metros. O solo tem uma formação lenta, que pode chegar a milhões de anos para se constituir, ele é formada pela decomposição das rochas, que é feita, por exemplo, pela ação da chuva, dos rios, dos animais, dos ventos, etc. Temos duas características principais para se definir um solo:
Espessura: quanto mais espesso for o solo mais tempo ele poderá ser explorado. E quanto mais espesso também, melhor é a condição de vida para as plantas, pois suas raízes penetram co mais facilidade para o desenvolvimento das plantas.
Fertilidade: a fertilidade de um solo é medida por 13 elementos minerais, que são eles: nitrogênio (N), fósforo (P), potássio (K), cálcio (Ca), magnésio (Mg), enxofre (S), e em menor quantidade, ferro (Fe), manganês (Mn), zinco (Zn) , cobre (Cu), molibdênio (Mo), boro (B) e cloro (C). Destacam-se os quatro primeiros, mas se qualquer um dos 13 estiver faltando ou em pouca quantidade o crescimento da plantação pode ficar comprometido.
O solo também, para ser considerada fértil precisa de húmus (que é produzido pelos os insetos encontrados no solo, como minhocas, formigas e besouros). Se não encontrarmos isso em um solo ele poderá ser considerado infértil, mas com a ação humana (através da adubação) ele poderá voltar a ser utilização.
Ocupação Adequada do Solo
Técnicas de Produção:
O uso de técnicas adequadas na ocupação do solo, garante o melhor desenvolvimento das plantas, e da maior conservação do mesmo. Vamos analisar quatro dessas técnicas:
Curva de nível: são fundamentais para solos que se encontram em terrenos inclinados. Acontece que quando chove, a água da chuva escorre muito mais rápido, fazendo com que a erosão aconteça mais rápido também, tirando os nutrientes necessários para aquele solo, fazendo com que ele fique infértil. Utilizando essa técnica a água penetra no solo,