Metereologia
Data: 15 de dezembro de 2010
Disciplina: Meteorologia Aplicada
Professora: Rita de Cássia Marques Alves
Relatório sobre eventos Meteorológicos
Introdução
Neste trabalho foram aplicadas técnicas de pesquisar eventos meteorológicos, onde usamos computadores, simuladores e a base de dados de sites como www.inmet.gov.br e www.cptec.inpe.br. Com objetivo de usar instrumentos práticos de pesquisa meteorológica.
Foram escolhidos como evento para analise os Complexos conectivos de mesoescala que devem sua definição a Maddox tendo, portanto uma história recente na Meteorologia. O número especial do Climanálise de 1986 referia-se aos aglomerados convectivos que se formam sobre as proximidades do Paraguai.
Nestes 10 anos decorridos da publicação do número especial do Climanálise, houve um grande avanço na compreensão da dinâmica dos CCM, principalmente aqueles que são observados no Hemisfério Norte. O Climanálise, por sua vez, foi gradualmente introduzindo a nomenclatura dos CCM nas suas descrições sobre os eventos que produzem precipitação, notando que os CCM atingem principalmente a Região Sul, mas havendo, no entanto, referências a sistemas desse tipo que se deslocaram para as regiões Centro-Oeste e Sudeste.
Como indicam os diversos estudos de casos de CCM estão frequentemente associados a eventos de precipitações intensas, fortes rajadas de vento e até tornados, motivando seu estudo com base nas aplicações em previsão do tempo.
O que é um complexo conectivo mesoescala (CCM)?
Quando as condições são favoráveis para convecção, ocasionalmente o número de trovoadas individuais cresce em tamanho e organizam-se em um grande sistema de convecção. Estes sistemas, chamados podem ser 1000 vezes maiores do que uma trovoada individual. Muitas vezes, estes sistemas são enormes atingindo 100.000km², cobrindo um Estado inteiro.
Aparentemente, as trovoadas individuais dentro de uma CCM trabalham juntas para