Legalização da maconha
Até o século XIX o cultivo da maconha foi uma das maiores culturas agrícolas do planeta, sendo matéria-prima de vários produtos, especialmente voltada para as indústrias têxteis nos EUA, ou seja, contribuía de forma positiva para a movimentação da economia mundial. Logo após, devido aos efeitos tranquilizantes e por vezes alucinógenos que esta erva causava nas pessoas, foram realizados testes em laboratórios para medir os níveis de THC (principal substância da maconha) no sangue e os efeitos que a mesma poderia causar. Para realização deste experimento, utilizaram macacos como cobaias e os expuseram todos os dias durante um mês a níveis de THC 80% a mais que um ser humano poderia suportar. Os animais foram mortos, não pela inalação na droga, mas sim pela asfixia que qualquer substância poderia causar ingerida/inalada em demasia.
Abordando agora as pesquisas atuais, podemos ter conhecimento de que os efeitos que a maconha pode causar comparada a outras drogas são quase inexistentes. As principais substâncias que, consumidas em excesso podem ser letais ao ser humano são o álcool, o tabaco, a cafeína e a aspirina, necessariamente nesta ordem. Sendo o álcool causador de mortes no trânsito e violência doméstica e o tabaco causador de câncer de pulmão e disfunção erétil, entre outras consequências. Enquanto relacionada à canábis, não há registros de mortes, nem quaisquer implicações à saúde comprovadas.
Muitos podem afirmar que a maconha é o degrau ou porta de entrada para o uso de outras drogas. Mas há uma explicação para isto. Não é o a utilização da erva que proporciona a necessidade do indivíduo provar outras substâncias, mas a forma