Jardim Edith
FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO
GIULIANA DIAS – RA: 13012620
LAURA GIACCONE – RA: 13068176
JARDIM EDITH
CAMPINAS, 2013.
GIULIANA DIAS – RA: 13012620
LAURA GIACCONE – RA: 13068176
JARDIM EDITH
Professores Orientadores: Laura Bueno Ivone Salgado Jane Ferreira
CAMPINAS, 2013.
SUMÁRIO
1. PROPOSTA
2. USO DO SOLO
3. FICHA TECNICA
4. BLOCOS E IMPLANTAÇOES
5. SERVIÇOS
6. ESTRUTURA
7. PARÂMETROS URBANISTICOS
CONCLUSÃO
BIBLIOGRAFIA
1. PROPOSTA
Pelo edifício estar localizado em uma área muito privilegiada, foi necessária a desocupação da favela. A av Luiz Carlos Berrini é uma avenida extremamente importante para a cidade de São Paulo, já que liga a Bandeirantes com a Jornalista Roberto Marinho e forma uma linha paralela com a Marginal Tietê. Com isso, forma-se um tipo de adentramento da marginal, o que permitiu o crescimento de diversos edifícios empresariais, com enormes e importantes escritórios. Além de tudo, no final da avenida encontram-se diversos shoppings e comércios importantes na cidade, como por exemplo o shopping Morumbi.
Com a criação da ponte estaiada, cartão postal da cidade, a região seria cada vez mais valorizada, não permitindo assim a permanência de uma favela no local.
Porém, com a união e organização dos moradores, fora construído um edifício mais visado, sem a retirada dos antigos moradores.
O conjunto organiza-se em duas quadras urbanas, conformadas pelo prolongamento das ruas existentes. Na primeira quadra, os apartamentos distribuem-se em duas torres de 17 andares e um edifício baixo sobreposto aos equipamentos públicos (UBS e restaurante), utilizando a cobertura dos equipamentos para abrigar os espaços condominais das habitações. A segunda quadra abriga a terceira torre e um edifício habitacional baixo articulado com a creche,