Indústrias modernas e tradicionais
Indústrias tradicionais:
Utilizam pouca tecnologia e muita mão de obra, são pouco automatizadas, e suas máquinas são pesadas. Necessitam de muitas matérias-primas e fontes de energia no processo produtivo. Não exigem mão de obra qualificada para exercer a maior parte da produção. São exemplos de indústrias tradicionais as têxteis, de vestuário, calçados, metalúrgicas e siderúrgicas.
Juntamente com as indústrias tradicionais se tem uma preocupação com o meio ambiente, pois o XIII Congresso do Algarve destacou a necessidade da aposta na indústria tradicional, no setor das pescas, no turismo cultural, no repovoamento florestal e na regionalização. Propondo inclusive ações de repovoamento florestal que incluam projetos integrados de povoamento sustentável, englobando a indústria do turismo cultural para reduzir os fatores de desertificação e promover a ocupação humana do território.
Pode-se ter como exemplo direto de tal indústria, as indústrias alimentícias que foram umas das pioneiras no Brasil, implantada com êxito em meados do século XIX, sendo que apenas no século XX atingiu a auto-suficiência, expandindo-se com a instalação de diversos ramos à base de capital estrangeiro e em função do próprio crescimento do mercado consumidor.
Indústrias modernas:
Dotadas de recursos tecnológicos mais avançados e por um nível de automação maior que o das indústrias tradicionais, consequentemente há redução de mão de obra em relação às indústrias tradicionais. Exigem mão de obra com qualificação na maior parte do processo produtivo. Como exemplos de indústrias modernas estão: as petroquímicas, as fábricas de papel e de celulose e as montadoras de automóveis.
O modo como as indústrias