Gestão Estratégica e Operacional
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A palavra excelência, em suma, quer dizer superioridade ou o estado de ser bom no mais alto grau. Apesar do esforço das Organizações Públicas em capacitar os servidores em busca da almejada excelência, é cultural no Brasil levar vantagens nas negociações realizadas no setor público, sobretudo melhorar a qualidade de vida de um grupo de pessoas e não da sociedade em geral. A excelência é considerada como um valor, desta forma, como podemos disseminar esse valor entre os servidores públicos sendo que o gestor máximo das organizações públicas (Presidente, Senadores, Deputados, Governadores, Prefeitos e Vereadores) não precisam serem “capacitados” para exercerem tais cargos? Sendo a excelência um objetivo a ser perseguido pelas Organizações Públicas, o primeiro passo deverá ser dado nas urnas, ou seja, nomeando gestores capacitados. A partir de então inicia-se o trabalho de acompanhamento das rotinas administrativas pelo gestor que deverá cobrar o resultado da equipe que o respeitará pela sua idoneidade e por garantir o artigo 37 da Constituição Federal. As ocorrências de descaso com o dinheiro público, com as regras eleitorais, com a legislação, enfim, com a própria sociedade é oriunda da falta de gestão. Podemos considerar que tais ocorrências são praticadas nas organizações públicas pela ausência de gestores competentes. Muitas vezes as regras não são seguidas, a legislação não é cumprida pelo simples fato do gestor desconhecê-las. Como deverá um gestor cobrar o resultado nos diversos setores públicos se desconhecem as rotinas administrativas, as normativas e legislação? Por fim, podemos concluir que o país ainda “engatinha” enquanto democracia. Um país onde a troca pelo voto acontece não pelo retorno que o gestor oferece à sociedade, mas pelo o retorno que poderá ter apenas a uma pessoa ou um grupo de pessoas. A inversão de valores enraizada não apenas nos gestores mas também sociedade resulta na qualidade de vida da população. Enquanto a politica