farmaco
CAROLINA AGUIAR
FABIANA LIAL
LAÍS GOMES
SÉRGIO LUIZ
WENDEL TEIXEIRA
AÇÃO DOS HIPNÓTICOS NO CÉREBRO
Nilópolis
2014
Trabalho, apresentado como critério parcial de avaliação da disciplina de Psicofarmacologia.
Profª Antônio Brito
Nilópolis
2014
Hipnóticos ou soníferos são fármacos capazes de induzir o sono. Podem ser considerados hipnóticos fármacos como benzodiazepínicos, barbitúricos, além dos próprios medicamentos pertencentes a esta classe. Os tranquilizantes ou ansiolíticos como é o caso das benzodiazepinas, são medicamentos que produzem efeito sedativo, enquanto que os hipnóticos, como os barbitúricos, são medicamentos que provocam e prolongam o sono. Estes medicamentos costumam ser utilizados no tratamento de uma ampla variedade de problemas, como o estresse, a ansiedade ou a insônia. São produtos que provocam uma deterioração do sistema nervoso central, pois produzem um estado de embriaguez semelhante ao provocado pelo álcool. Em doses ligeiras, o consumo destes medicamentos provoca sedação, desinibição, lentidão de raciocínio, sonolência e uma evidente perda de reflexos e da capacidade de coordenação dos movimentos. No entanto, quando são administrados em doses elevadas provocam uma intoxicação aguda que, nos casos mais graves, pode conduzir a um estado de coma e até provocar a morte do indivíduo. Os fármacos ansiolíticos são utilizados no tratamento dos sintomas da ansiedade, enquanto os fármacos hipnóticos são utilizados no tratamento da insônia. Apesar dos objetivos clínicos serem diferentes, as mesmas drogas são frequentemente usadas para ambas as finalidades, variando-se neste caso somente a dose para cada fim, devido ao fato de que as drogas que aliviam a ansiedade geralmente produzem certo grau de sedação e sonolência, que é um dos principais inconvenientes do uso clínico dos ansiolíticos. Os principais grupos de agentes ansiolíticos e hipnóticos são: