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Comunismo é um sistema de governo onde não existem classes sociais, propriedade privada e, o mais importante, não existe a figura do Estado ou seja, não há a necessidade de existência de um Estado em virtude do fato de que todas as decisões políticas são tomadas pela democracia operária.
Ele tenta oferecer uma alternativa aos problemas que são entendidos como inerentes à economia capitalista e ao legado do imperialismo e do nacionalismo. De acordo com a ideologia comunista, a forma para superar esses problemas seria a derrocada da rica burguesia, tida como classe dominante, em prol da classe trabalhadora - ou proletariado – para estabelecer uma sociedade pacífica, livre, sem classes, ou governo.
Comunismo e período medieval
Entre os séculos 12 e 15 apareceram algumas ideais comunistas baseados em pressupostos religiosos do cristianismo primitivo. Os cátaros (do grego kataroi, que significa "puro") e os valdenses (seguidores de Pierre Valdo, um rico comerciante francês que abandonou todos os seus bens) se constituíram em dissidências da Igreja Católica.
Em suas pregações, os adeptos desses grupos repudiavam a propriedade privada, exaltavam a pobreza e a necessidade de uma vida comunitária onde todos deveriam trabalhar e conviver igualitariamente.
O abade Joaquim de Fiore, o franciscano frei Dolcino e o protestante Thomas Munzer também foram líderes de movimentos religiosos dissidentes que pregavam a fraternidade e a comunhão universais entre os homens. Esses líderes incentivavam a supressão da propriedade privada (incluindo bens materiais em geral) e a convivência humana dentro de padrões de uma vida simples (ou seja, a pobreza).
Os líderes ortodoxos da Igreja Católica consideraram todos esses movimentos comunistas cristãos como heréticos e uma séria ameaça à instituição eclesiástica. Nos séculos seguintes, a perseguição e a repressão aos líderes desses movimentos os levaram ao declínio e à extinção.
A foice e martelo são uns dos