DEMOCRACIA EM PRETO E BRANCO
Política, Futebol e Rock n’ Roll
Sara Evellyn Oliveira das Neves
Depois de ser explorado por muito tempo, o Brasil virou uma república em 1889, depois disso, foi apresentado a duas novidades europeias: Futebol e Democracia.
Depois da segunda guerra, a democracia começou a funcionar, porém em 64, ela voltou a estagnar. Com o golpe militar, que causava a opressão, a repressão à luta armada cresce e uma severa política de censura é colocada em execução.
Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística são censuradas. Os jovens andavam com medo nas ruas, temiam a polícia.
Não podiam nem conversar em grupo nas ruas que eram impedidos.
Os brasileiros sentiam uma necessidade de mudança rápida, pois não havia uma distinção muito clara entre a ditadura e a redemocratização. Eles queriam poder eleger os seus representantes políticos.
O Corinthians, que se uniu e conseguiu estabelecer um foco de resistência no clube que defendiam e no país em que viviam, é um dos principais assuntos tratados no documentário. Um clube de futebol cujo líder do time era um tal de Sócrates
Brasileiro...
Sócrates foi um grande destaque para que os jogadores do Corinthians adquirissem direitos a decidir os destinos do seu time. Foi grandemente influenciado por Wladimir, seu amigo de time e de coração.
Wladimir, que tinha contato com os movimentos de trabalhadores na luta pela democracia contra o regime militar, também foi de suma importância, ele era inconformado com a situação, de não poder interferir nas decisões do pais. Isso o levou a ser líder sindical. Walter Casagrande também foi um grande símbolo do movimento democrático, com dezenove anos, adepto do Rock n’ Roll, era rebelde, conquistador, sonhador.
Enquanto o Brasil ganhava voz dentro de campo, fora dele, perdia o seu rumo.
Devido a dívida externa, crescimento da inflação, o modelo de estado brasileiro entrou em falência, até os mercados fecharam.
Então os