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Surgida na Grécia Antiga, por volta no século VI a.C., a corrente de pensamento dos pré-socráticos mudou a maneira anterior à Sócrates de pensar. Os filósofos antes dele se preocupavam muito com o Universo e com os fenômenos da natureza, buscando explicações por meio da ciência e sempre em busca da razão, passando agora a considerar a alma e o sentimental. Os físicos que podem ser citados pertencentes aos pré-socráticos são Tales de Mileto, Anaximandro e Heráclito. Foi Pitágoras quem passou a defender a ideia de alma, de que ela é imortal e que de fato existe.
Período Pós-Socrático
Dentro de um contexto histórico do final da hegemonia política e militar da Grécia, o período Pós-Socrático vai do final do período clássico até o começo da Era Cristã. Dentro deste período, desenvolveram-se algumas correntes de pensamentos. Os pensadores seguidores do ceticimo acreditavam que a dúvida deveria ser constante, uma vez que não se pode conhecer nada de forma exata e completamente segura. Já os seguidores do pensador Epicuro, denominados Epicutistas, defendiam a virtude como geradora do bem, ou seja, o corpo não deveria sofrer, tampouco a alma, para chegar ao prazer. No estoicismo, a razão era defendida e qualquer fenômeno exterior à vida, como a emoção, o prazer e o sofrimento, deveria ser deixado de lado.
Os Primeiros Filósofos
Tales de Mileto
Anaximandro de Mileto
Heráclito de Éfeso
Pitágoras de Samos
Zenão de Eléia
Demócrito de Abdera
Explique a alienação do trabalho para Kall Marx
O trabalho transforma o operário numa máquina que não desempenha uma atividade física e intelectual livre, mas mortifica seu corpo e arruína seu espírito. O caráter hostil do trabalho manifesta-se nitidamente no fato de que senão houver coação física ou qualquer outra, o operário foge do trabalho como uma peste. O homem não se sente mais livremente ativo senão em suas funções animais, transformando-se bestial. Sua vida perde o sentido, pois o homem