assistencia de enfermagem a mulher com hiv
O anseio de ser mãe é um sonho para todas as mulheres. Este sonho vale também para as mulheres soropositivas. Uma vez que toda a pessoa independente de viver ou não com HIV/AIDS possui o direito de decidir se quer ter filhos ou não, quantos e em que momento da vida. O acesso universal ao tratamento do HIV/AIDS possibilitou um novo cenário para mulheres que desejam se tornar mães.
Todas as gestantes têm o direito de realizar o pré-natal, em todos os casos são solicitados exames de rotinas e consultas de enfermagem e medicina.
Os profissionais de saúde que realizarem o atendimento deverão orientar a mulher que está no período gravídico, retirando todas as suas duvidas, explicando os riscos e os benefícios e todas as condutas a serem seguidas para o êxito da gestação.
Nos casos de portadoras de HIV deve-se ter mais prudência no pré-natal e na escolha na via de parto, pois existe o risco de transmissão vertical para o feto, condutas essenciais devem ser seguidas, tais como avaliação da carga viral materna, uso de quimioprofilaxia antirretroviral intraparto, a assistência, a opção e o manejo do parto visando o bem estar materno e fetal.
Elencaremos subsequente como proceder a cada etapa citada acima.
2. Assistência ao Parto
Conforme o Manual do Ministério da Saúde de Parto, Aborto e Puerpério, o parto de uma mulher portadora de HIV deve ser humanizado, levando bem estar à mãe e ao RN.
O esquema terapêutico utilizado demonstrou uma redução no risco de transmissão do vírus, porém quando é proporcionada a esta gestante, parturiente ou puerpera um atendimento humanizado e principalmente de qualidade, este risco pode ser diminuído ainda mais.
3. Via de Parto
A escolha da via de parto é determinada a começar pelo resultado da coleta de sangue que deve ser realizada a partir da 34º semana de gestação no qual é verificado o resultado da carga viral materna a vista disso o obstetra indica o tipo de parto a ser realizado.
Gestantes com carga viral